quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


A CIENCIA E DEUS, NA OPINIÃO DE EINSTEIN , HUBERTO ROHDEN E JOEL GOLDSMITH
Lí toda a  obra de Joel Goldsmith, Huberto Rohden e deste que foi contemporâneo de Einstein na universidade de Princeton , daí  como varias vezes estive a beira da transição desta vida , fiquei em casa  após 3 CA e um infarto de resultado milagroso  e ví que eles têm razão sem Deus  a ciência não existiria.
Paz, consciência da realidade, serenidade, firmeza, segurança, felicidade, bem-aventurança, tudo isto brota da fonte suprema que é a própria realidade (nosso atman, nosso eu mais profundo, nosso CRISTO INTERNO), e não pode ser engendrado nem destruído pelas facticidades.
É difícil para quem não está acostumado a pensamentos filosóficos e às necessárias abstrações, separar o que é sua persona do seu EU mais profundo, como também é difícil aos mais embrutecidos esquecer por momentos os prazeres da cama e da mesa para buscarem alguma realização moral.
A concentração constante na fonte, em DEUS, quer por arrojada abstração, quer indiretamente pela observação da grandiosidade da natureza, da criação e a remissão ao que jaz por detrás de cada criatura leva à “união consciente com deus, com a fonte” e traz a ‘graça’ correspondente – quer seja esta sob a forma de conhecimento de determinado assunto antes desconhecido, quer sob a forma de cura interior ou física.
Victor Frank, médico-psiquiatra, judeu-alemão, diretor da policlínica neurológica da universidade de Viena, escreveu livros sobre logoterapia, e aplicou essa terapia, com grande sucesso a seus doentes, usando na medicina o mesmo princípio que Einstein usa na matemática: o contato consciente com a realidade central do homem (UNO, EU), para curar desarmonias no mundo das facticidades do homem (verso, ego).
Joel goldsmith, em Honolulu, escreveu um livro intitulado “a arte de curar pelo espírito” (também republicado pelo Martin Claret) no qual explica o princípio a priori-dedutivo que usa em seus processos de cura pelo espírito (pelo EU DIVINO).
Diz Joel goldsmith que todos os métodos de cura (medicina alopática, psicologia, fisioterapia, homeopatia, acumputura, pensamento positivo etc.) São válidos, mas todos operam no mundo da causa-e-efeito (onde se cura uma doença e outra a substitui), e nenhum deles se confunde com o singular método de cura pelo eu divino (pelo espírito), ou seja, “cura pela união consciente com deus, com a fonte”.
A afirmação de Joel goldsmith será melhor compreendida com o seguinte exemplo: “imaginemos estar em sonho inteligente, interativo, o qual possui certa lógica (causa e efeito), e neste avistássemos uma onça (ou nos deparássemos com alguma fonte de doença). Neste sonho, podemos ou não ser atacados pela onça (doença), podemos ou não estar armados (remédios, alopatia, homeopatia, pensamento positivo), podemos ou não atirar (beber o remédio ou fazer algum dos tratamentos mencionados) e podemos ou não matar a onça (vencer a doença), entre outras possíveis ações e reações. O atirar na onça (usar desses métodos da causa-e-efeito) seria, segundo JOEL GOLDSMITH uma atuação que, embora fizesse um bem ao doente atuaria apenas no sonho (no mundo da causa-e-efeito) e nisso difere seu método de cura dos demais... O método que Joel goldsmith propõe é o que, no exemplo dado, ocasionasse o “acordar do paciente e o sair do sonho”, onde acabaria o risco de ser mordido pela onça (sofrer doenças), bem como acabaria a espingarda e tiros (remédios e métodos ligados à causa-e-efeito) e a dualidade do “bem e do mal”. Somente existiria o eu sou, a unidade, o uno (não haveria a diversidade), que é perfeito e maravilhoso.
O método que joel goldsmith propõe é a “união consciente com deus” (este inclusive é o título de um de seus bons livros). Afirma que de nada adianta repetir mil vezes o salmo 91 (“tu que habitas sob a égide do altíssimo...”), Se isso não for realmente conscientizado como verdade. JOEL GOLDSMITH usava de meditação (meditações curtas de poucos minutos, várias vezes ao dia), prece e leitura do que entendia ser a correta palavra de deus, mas tudo isso apenas apenas como “tratamento”, pois que, entendia, oração não é a leitura de palavras e sim o contato feito com a fonte, com o sagrado. A oração para JOEL GOLDSMITH não tem nem pensamentos nem palavras, é um estado de imersão em deus.